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TV Babaca S01 EP01 – Elysium e Diablo III


Mais uns certificadinhos.


Obrigado, MVA:

Certificado Fundamentos de Desenvolvimento de Software.

Certificado de Conclusão em HTML 5

Meus primeiros passos no desenho.


A Era do Cup Noodles.


Sempre quero acreditar que sou importante – e que tenho valor –
mas a verdade é que vivo no Admirável Mundo Novo, aquele em que não existe valor individual.

Somos todos números. Um RG, um CPF ou uma matricula – não importa.

As vezes somos um algarismo vermelho em uma planilha de custos.

Dentes de engrenagens maiores que precisam rodar e que rodarão mesmo se este dente não mais existir, ainda que de forma torta e ineficiente. Se você for realmente importante sua ausência causará certo desconforto, senão nem ao menos isso.

Vivemos a sociedade do descartável. O celular descartável, as unhas descartáveis, as lentes descartáveis, as máquinas fotográficas descartáveis, e sua expressão máxima : a pessoa descartável.

Perdemos o conceito do insubstituível, da relação duradoura e da confiança mútua. Tudo que importa é o agora, o mais e o menos e a frieza da matemática.

Um mundo com gênios limitados, mas repleto de mediocridade.

Esse eu apoio.


Cadê o Capitalismo? Cadê o Capitalista?


Nerd é o Kralho.


Ser nerd não é ter coisas esquisitas na sua estante, ou ver filmes obscuros, ou saber ler o IMDB e o Omelete, como os impostores (e o cara que escreveu esse artigo) querem fazer parecer. Comprar coisas é fácil. Repetir a internet como um papagaio é mais fácil ainda.

Difícil é saber coisas (de verdade, sem auxílio do Google). Aprender a  lutar contra a ignorância generalizada, não ter medo de dizer que religião é obscurantismo, lutar por uma nova sociedade que não seja comunista ou capitalista ou qualquer bosta dessas. Manter suas opiniões por mais anti-sociais que elas sejam, e até mesmo fazer uma empresa de milhões de dólares funcionar com o software que você desenvolveu.
Difícil é ser “nerd”, seja lá o que isso signifique.
E não um nerd auto-proclamado, só porque agora as empresas perceberam que precisam de gente inteligente em seus quadros. Ser “nerd” agora não é mais sinônimo de tomar porrada e não comer ninguém. É sinônimo de salário bom.
E agora, todos os caras “cool” que ficavam no colégio fumando maconha e dando porrada nos outros querem mostrar seu lado “culto” e “inteligente”. Foda-se a cultura POP. Não to nem aí se o cara curte Star-qualquer-merda e lia a Heavy Metal. Vai tomar no cú. É legal ver filmes, é gostoso ser fã, mas “nerd” já foi sinônimo de retardado social, e agora está virando sinônimo de consumista mongoloide. FODA-SE ESSE ARTIGO, e qualquer outro que queira definir o que é um “nerd”. Nerd para mim é pejorativo, palavrão, e sempre será. Já tomei porrada por causa disso e posso falar com real conhecimento de causa.
Alguém aqui sabe o que esse rótulo significa? EU já desisti de saber.
O que eu sei é que me recuso a ser um rótulo. Geração coca-cola é a minha caceta. Jovem Nerds são os meus culhões. Eu sou o Manel.
Ah, outra coisa, se o cara afirma que não é nerd logo no título do artigo dele, que autoridade ele tem para tentar penetrar nesse suposto “universo”? Vai fumar maconha e babar o ovo do Lindberg que é a sua praia.

O Odissey 2 e o Comodore 64 eu já tenho. 8-)


Mestre!


Ninguem tem o direito de me calar.


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