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Cagada Ungida em nome do Senhor.


Índio quer apito? Acho que ele quer outra coisa…


Resposta ao TD1P!


Quer entender? Visite : http://td1p.com

Guia de Cinema Definitivo da Pornô Chanchada – Grad Finale!


É isso galera, chegamos ao final do guia definitivo da pornô chanchada. É chegada a hora de anunciar o nosso grande vencedor.

Não foi uma escolha tão difícil.

Para ser sincero eu já sabia mesmo antes de começar a escrever o guia como um todo. Sem falar sobre o vencedor, gostaria de esclarecer um assunto muito importante: pornô chanchada não é pornografia. O sexo contido em uma pornô chanchada deve ser – no máximo – de leve (o chamado “softcore” americano), o que vai causar a eliminação do maior filme pornográfico já filmado no Brasil, e considerado o terceiro melhor filme pornô de todos os tempos: Oh! Rebuceteio.

Oh! Rebuceteio – infelizmente – é pornografia, logo não pode ser eleito o melhor filme desta lista.

Com isso posto, a escolha é mais do que óbvia: Lá vem ela, a Rainha dos Baixinhos – dessa vez literalmente – Xuxa Meneguel em:

1 – Amor, Estranho amor (1982): Escrito e dirigido por Walter Hugo Khouri, filmado em 1979 e lançado em 1982, este filme tem a curiosidade de ser o primeiro filme de Xuxa Meneguel, ainda lolitinha com 16 aninhos, super ninfetinha. Mas o elenco está longe de parar por aí. Somente pra citar os fodões temos: Vera Fischer, Tarcísio Meira, Íris Bruzzi (super gostosa), Walter Forster, Marcelo Ribeiro (o moleque mais sortudo do mundo), Mauro Mendonça, Otávio Augusto, Rubens Ewald Filho, Matilde Mastrangi (disputando o titulo de mais gostosa do filme com as outras atrizes) e Vicente Vergal. Alem de ser uma pornô chanchada da grossa, com um super elenco não apenas de atores, mas também de gostosas, a história do filme é ótima, polêmica e muito bem filmada. O roteiro, o argumento e a direção também são dignos de nota nesse excelente filme. Vale citar que o nome do menino no filme é o mesmo nome do meio do escritor/diretor do filme, o que me leva a duas conclusões: ou o filme é uma autobiografia e o diretor é filho da puta, ou o filme é uma fantasia sexual do mesmo, coisa que estou longe de criticar.

Tudo começa com Walter Forster (Hugo em idade adulta) chegando a um palacete de São Paulo, que o filme nos faz crer que foi recém adquirido pelo homem, que nesse momento tem a maior pinta de alto executivo bem sucedido. Ao entrar no palacete, o homem começa a ter flashbacks de sua infância, que para ser bem sincero, dá inveja em qualquer moleque macho.

No flashback – que está ambientando nos anos 30 – Marcelo Ribeiro (Hugo em sua infância) é levado por sua avó para a porta do mesmo palacete, e na conversa no meio do caminho já começamos a entender a trama sórdida do filme. Hugo era sustentado por sua mãe, que enviava regularmente dinheiro para a avó cuidar dele em alguma cidade do sul do país, e depois de alguns meses de inadimplência, a avó chuta o balde e joga o moleque na porta da mãe. O problema é que a mãe Ana (Vera Fisher) é uma potranca uber gostosa de luxo que atende a um político poderoso, morando no palacete que na época era um puteiro de luxo.

O Moleque, assim que é apresentado a mãe, começa a sofrer de complexo de Édipo descarado, afinal a Vera Fisher nesse filme está muito gostosa. Começa então a descrição das 48 horas em que Hugo mora em um puteiro abarrotado de gostosas que – sem motivo aparente – ficam taradas e querem dar pra ele a qualquer custo.

Hugo, de banho tomado, olhando sua mamãe. Estaria ele de pintinho duro?

A primeira puta a molestar sexualmente o pobre menino – Ahhh, tadinho – é Matilde Mastrangi no auge de sua forma. Não nego que a primeira vez que vi o filme, em meados de 1989 devia estar na faixa entre 13 e 15 anos e simplesmente não conseguia parar de me imaginar no lugar desse moleque. Essa talvez seja a primeira ereção que me recordo ter obtido.  Alias minha recordação infantil e ter passado esse filme quase todo de pau duro. A desculpa apresentada por Matilde Mastrangi pra comer o moleque é que ela estava de saco cheio de dar para os velhos escrotos que visitavam o puteiro e que ela queria “a inocência” do menino, uma boa desculpa que me convenceu na época.

Enquanto as prostitutas ficam se oferecendo em trajes menores para o felizardo Hugo, diversas tramas paralelas ocorrem no filme. O pano de fundo do cenário é o golpe de Getúlio Vargas para tomar o poder, e ao mesmo tempo que os políticos se divertem na casa suspeita, a política brasileira da época é retratada de forma coloquial. Para ser bem sincero, nem liguei para essa parte do filme.

Neste mesmo final de semana, chega quem faltava para atentar o “pobre” menino. Tamara (Xuxa Meneguel), uma ninfeta atrevida que foi comprada no sul chega a casa para ter seu cabacinho leiloado para o político que pagasse mais. Não preciso nem dizer que a primeira coisa que a putinha faz é seduzir o moleque prodígio e dar pra ele também. Vale lembrar que Tamara não era mais virgem nem em sua orelha.

Xuxa (Tâmara) se preparando para dar um trato no baixinho.
A de Amor, B de Baixinho, C de Coração… E P de Pedofilia!

O Filme é uma obra prima.

Mas participar de uma obra de arte não foi o suficiente para nossa querida rainha dos baixinhos. Xuxa, que estava começando a sua carreira de animadora de programas infantis no Clube da Criança da TV Manchete mais ou menos na mesma época do lançamento do filme em vídeo, se viu em um dilema: nossa, eu não posso ficar com fama de pedófila justamente agora que a minha carreira vai decolar! Começa aí uma longa história judicial onde Xuxa, alegando que no contrato não havia liberação da imagem para vídeo, lança uma liminar judicial mandando recolher todas as fitas originais de locadoras e lojas do país. Porém, o tiro sai pela culatra devido às cópias piratas que continuaram circulando, fazendo do filme uma verdadeira lenda! Quem nunca tinha visto, se interessou.

Hehehe, como as coisas mudam, heim Xuxa?

Mesmo o vídeo de “Amor, Estranho Amor” tendo sua comercialização e distribuição proibidas no Brasil, o filme foi lançado em DVD nos Estados Unidos em 2005, gerando uma nova polêmica. Qualquer brasileiro pode comprar em sites estrangeiros o DVD, por importação. Essa nova polêmica reacendeu o interesse pelo filme, sendo que a produtora de filmes pornô Brasileirinhas encontrou Marcelo Ribeiro (com 34 anos), que aproveitou o momento para fazer um filme pornográfico e se encher de grana. Alem disso deu várias entrevistas, e ainda escreveu um livro.

Meu idolo. Depois de comer todas as gostosas ainda entrou numa grana (e comeu mais gostosas).

Para vocês que leram e gostaram do guia, segue um brinde!

As capinhas para você colocar sua versão pirata do filme em uma caixinha bonitinha.

É isso, e aguardem um novo guia, a ser lançado em breve. 😎

A Insustentável Energia Sexual.


O “Desafie o Manel” de hoje foi enviado pelo leitor e grande amigo Celso Valle da Tijuca, Rio de Janeiro.

-“Sexo depois dos 60 anos.”

Não sei por que um homem de 30 anos deva se preocupar com esse assunto, a menos que ele já sofra de algum sintoma de impotência, o que eu desconfio ser o caso do nosso leitor.  Ele já deve estar sofrendo com a falta de ereções, o que é um grave problema na idade dele. As pressões do dia a dia, em conjunto com a perda de interesse pelo sexo feminino desenvolvem no leitor uma predisposição a manter seu bicho sempre cabisbaixo, desanimado e sem aquele brilho e fulgor da juventude.

Para mascarar seu evidente problema de impotência sexual, o leitor se <metalinguagem>Valle</metalinguagem> da desculpa da idade que vêm chegando, o que é uma grande mentira.

A vergonha de discutir o assunto com a sua parceira, e a cobrança dos amigos e da sociedade, levam estas pessoas (como o nosso leitor) a procurar receitas populares para tentar catapultar o palhaço, como catuaba, amendoim e o uso indiscriminado e desnecessário do exame de próstata, vulgarmente conhecido como fio-terra.

Não caia nessa, meu amigo! Como não entendo nada sobre o seu problema, resolvi entrevistar o maior especialista em sexo que conheço – o meu pênis – e tentar achar uma solução para você.

Neneca: Fala ai, minha caceta, seja bem vinda ao “Diário do Babaca”.

Pênis do Neneca: Sempre que eu estréio em algum lugar o prazer é todo meu.

Neneca: Antes de começarmos, como andam as coisas ai na minha virilha?

Pênis do Neneca: É aquilo né, vida de pica é dura. Quando não estou sendo brutalmente espancado por cinco, fico metido por aí em algum buraco.

Neneca: Ah, deixa de frescura que o trabalho agora com a minha vida de recém-casado ficou melhor.

Pênis do Neneca: Bom, agora eu não tenho mais que desbravar tuneis desconhecidos e perigosos, a variedade diminuiu, mas a quantidade de trabalho praticamente dobrou.

Neneca: Bom, pronto para falar sobre o problema do amiguinho?

Pênis do Neneca: Sempre Alerta!

Neneca: Nosso leitor acredita que a dinamite dele não explode mais porque está chegando aos 60 anos de idade, isso procede?

Pênis do Neneca: Ih, cara, até os 60 anos o assunto é comigo, a partir daí a responsabilidade passa pra Língua.

É isso galera, exercitem o seu cunnilingus porque aos 60 ele será útil, e continuem mandando seus desafios!

A Piranha da Hora.


O Desafio dessa semana foi enviado pelo leitor Adolfo Pacheco de São Paulo.

Diz o amiguinho:

-“Manel, qual sua opinião sobre as revistas Gata da Hora com suas manchetes doidas e fantasias mais doidas ainda?”

Pra quem não conhece, a Gata da Hora é uma revistinha <sarcasmo>Sueca feita no Brasil </sarcasmo>, onde o tema é invariável: duas gostosas realizando fantasias daquela galerinha adolescente que precisa de ajuda para encher de vida os azulejos do Rio de Janeiro.

A Gata da Hora começou como um suplemento do jornal meia hora, e fez muito sucesso nos banheiros dos canteiros de obra do estado, uma vez que os operários podiam tocar uma com o encarte e depois limpar a bunda com o resto do jornal. O inconveniente era sair do banheiro com o nome da Dilma Rousseff estampado na bunda.

Com o tempo, a direção do jornal percebeu sua vocação para a putaria e manteve a sessão gata da hora do jornal (em geral com as leitoras mais desinibidas), mas também começou a editar a tal revistinha. Como no nosso maravilhoso estado o que não falta é puta digo, modelo, a revista apresenta uma excelente seleção de gostosas, belos espécimes da fauna de piranhas cariocas, sempre brincando com o imaginário masculino.

Entre as minhas preferidas estão: “As Jogadoras” com Marina Fiacadore (linda bunda) e Fabrizia Magalhaes, “As Faxineiras” com Catia Carvalho e Lana Toledo e eliminando o preconceito com as classes menos abastadas, por que não citar “As Funkeiras” com Daina, Rosângela e Lana (uma excelente edição tripla).

Os principais atrativos do encarte e da revista são baixo preço (R$ 3,80 até o momento deste post), tirar onda que é intelectual e lê jornal e no caso dos pré-adolescentes que não podem adquirir sacanagem na banca de jornal, a desculpa de -“Seu Manel, me dá o jornal do me pai, mas ele pediu com o encarte.” e levar a diversão direto para lavatório.

Uma das coisas que acredito que ajude a manter os custos da revista baixos, é que devido a alta circulação do jornal as putas digo, modelos, devem cobrar baratinho (se é que cobram) pra aparecer no encarte afinal a propaganda é a alma do negócio. Talvez role até uma promoção no programa pros editores.

O exemplar nas bancas até o momento deste post é “As Pintoras” com Maíra kraemer e Jaqueline Kiasy. Poderia botar alguns links aqui pra vocês darem uma olhada nas revistas, mas vamos combater a pirataria galera.

Alem do mais se tu não tem R$ 4,00 pra comprar a revista, para de pensar em sacanagem e vai trabalhar porra!

É isso, e continuem mandando os seus desafios pelos comentários do blog.

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