Os Vegetari-ânus.


O desafio de hoje foi enviado por vários leitores e resolvi atender a todos de uma vez, pulando fila:

Manoel… Mais um desafio… Qual sua opinião sobre o vegetarianismo?”

Ah, o ser humano! Que criatura mais infeliz consigo mesma. Um ser humano nega sempre sua condição animal, e resolve criar formas de tentar burlar seus instintos e necessidades.  Apesar de fazermos parte do universo dos carnívoros, nossos amigos vegetari-ânus (ou como eu gosto de chamar, os cuzões) simplesmente são pessoas insatisfeitas com a sua vida por algum motivo.

A Origem do vegetarianismo é a tradição filosófica indiana e todos nós sabemos que ninguém é vegetariano por opção, e sim porque a vaca é sagrada. É realmente empolgante ver que existem pessoas que baseiam a sua dieta em uma crença religiosa e filosófica, sem a menor comprovação cientifica.

O Vegetarianismo se tornou popular quando nossas mulheres ganharam liberdade de decidir o que iriam cozinhar, e para não ter mais que limpar a gordura da parede, decidiram que não iam mais fazer carne. Os vegetari-ânus (ou cuzões) aceitaram isso na boa, ao invés de botar a mulher no seu devido lugar (a cozinha).

Agora, no centro da cidade pagamos R$ 25,00 num rodízio de salada. Mais uma vez fica comprovado que nada de bom veio com o feminismo.

A principal alegação dos cuzões (ou vegetari-ânus) é que comer capim é saudável, o que nunca foi comprovado, afinal as vacas só comem capim e tem uma vida média de apenas 25 anos, isso se a respectiva vaca não virar bife antes. O ser humano – muito legal – tem a mania feia de matar as vacas leiteiras aos quatro ou cinco anos de idade, depois de uma curta porem dolorosa vida sendo tratadas como máquinas de produção de leite. As vacas leiteiras são depois transformadas em caldos para sopas, ração para animais de companhia (algum idiota resolveu alimentar vacas com vacas mortas, e deu na doença da vaca louca) ou hambúrguer de má qualidade. Alguns cuzões mais espiritualistas acreditam que a alma das vaquinhas sofredoras fica impregnando a carne, e que comer carne traz toda a “carga negativa” da vida dura e infeliz de uma vaca, mas se isso fosse verdade nós estaríamos fodidos, e iríamos para o inferno imediatamente após ingerir o primeiro kibe, porque vida a vida da vaca é uma merda. Não acredita? Dá uma olhada nesse site e tire as suas conclusões:

http://www.animaisexcepcionais.org/index.php?option=content&task=view&id=2.

Os Cuzões se dividem nos seguintes subgrupos:

  • Ovolactovegetarianismo: Dieta composta por alimentos de origem vegetal, ovos, leite e derivados deles. Nesta dieta só há a exclusão de qualquer tipo de carne da alimentação, ou seja, a alma da vaca fica só na carne e os pintinhos não têm alma.
  • Lactovegetarianismo: Dieta composta por alimentos de origem vegetal, leite e seus derivados. Os que a seguem não comem ovos nem qualquer tipo de carne. Essa é a dieta tradicional da população indiana. Neste caso os pintinhos têm alma, e apesar da Vaca ser sagrada, podemos mamar na teta dela.
  • Ovovegetarianismo: Dieta composta apenas por alimentos de origem vegetal e ovos, havendo a exclusão dos produtos lácteos e seus derivados e de carne. Nessa opção a alma da vaca se divide entre a carne e o leite, mas os fetos de galinhas estão liberados.
  • Vegetarianismo estrito: Também chamado de vegetarianismo verdadeiro, é uma dieta composta unicamente por alimentos de origem vegetal. Vegetarianos estritos não comem, assim, qualquer tipo de carne, ovos, laticínios, mel e etc., retirando da dieta todos os produtos de origem animal. Esses não me preocupam, pois costumam morrer de inanição antes dos 40 anos de idade.

Vale lembrar que os cuzões deram origem a um grupo ainda mais cuzão, eu diria até otário: os Veganos.

“Enquanto o vegetarianismo estrito é apenas um regime alimentar, veganismo é respeito aos direitos animais – o que inclui o vegetarianismo estrito por razões éticas, mas também: circo com animais, rodeios, produtos testados em animais, e qualquer outra forma de exploração animal é boicotada pelos veganos.“

Existe alguma forma de ser mais “perua” do que participar de um grupo de veganos? Note que o uso da palavra “perua” cabe, porque macho que é macho não entra numa merda dessas.

Em um mundo onde existem 800 milhões de pessoas desnutridas e 11 mil crianças morrem de fome a cada dia, esses idiotas estão preocupados com os “direitos” dos animais. Que tal se nós esperássemos as vacas constituírem um advogado pra defender os direitos delas? Parece-me bom.

Então, se você é  um infeliz suicida e deseja morrer lentamente, por falta de ingestão de itens nutricionais fundamentais para a sua existência, acredite nessa “filosofia” que ela é pra você!

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Sobre tremyen

Sou um milhonário exótico que curte falar besteiras pela internet.

Publicado em 06/05/2010, em Desafie o Manel, Revolta Total, Tudão e marcado como , , , , . Adicione o link aos favoritos. 5 Comentários.

  1. Bora no Outback? 😀

  2. As vacas eram sagradas, assim como outros animais, porque eles transmitiam doenças se não fosse devidamente cozinhadas. Isso realmente é uma comprovação científica.

    Claro que ultimamente tudo é devidamente processado, e o que era “sagrado” virou uma babaquice.

  1. Pingback: Tweets that mention Os Vegetari-ânus. « O Diário do Babaca -- Topsy.com

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